Câncer: o chá pode nos ajudar nesta luta

13 Jun

Câncer: o chá pode nos ajudar nesta luta

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Existe uma relação direta entre o consumo de chá e a redução de câncer de ovário, e ainda tem que ver com o número de copos que se toma por dia, ou a quantidade de chá diariamente, que se possa beber.

As mulheres que bebem chá regularmente têm um risco menor de desenvolver câncer dos ovários. Assim o confirma um estudo realizado pela Universidade de Curtin (www.curtin.edu.au/) em um hospital em Guangzhou, China, em que participaram cerca de 1.000 mulheres. Dentro de todo este grupo de mulheres tinha 500 com diagnóstico de câncer de ovário epitelial, confirmados histologicamente, e 500 mulheres saudáveis (ou pelo menos que, em qualquer caso, não haviam sido diagnosticadas com câncer de ovário em testes realizados). No vídeo abaixo você pode ver um outro estudo realizado em mais de 20.000 mulheres:

O grupo controle de mulheres saudáveis consumiram um 78,8% de chá em comparação com o 51,4% das mulheres com câncer, seja chá verde, chá preto ou chá de Oolong. É dizer, que as mulheres saudáveis se pôde demonstrar que eram todas mais chá do que as que apresentavam a doença em questão.

“Não é só o tempo que se bebe o chá, mas também a quantidade de chá e a frequência de ingestão – explica o professor Andy Lee, da Universidade de Curtin e da Escola de Saúde Pública de Curtin – Assim que, se bebemos mais copos por dia e mais quantidade de chá, melhor será o resultado, e, portanto, menor é o risco.”

Mas como dizemos sempre, não é bom o excesso em nada. O ideal é consumir entre 3 e 6 xícaras de chá máximo por dia, embora não haja um máximo estabelecido por dia.

Também há que se lembrar que nem todas as pessoas somos iguais então não tem que ter em conta as nossas condições físicas, se temos hipertensão arterial, anemia, insônia ou se há uma gravidez, deve-se moderar o seu consumo. Assim que insistimos sempre em que antes de fazer qualquer coisa, recorramos a um especialista para que nos guie. Uma coisa são os estudos que se realizam e outra cada caso em particular e isso sempre temos que ter presente.

Agora, os pesquisadores querem saber se não apenas reduz o risco de câncer de ovário, mas se você também tem um efeito sobre a taxa de sobrevivência dos pacientes que sofrem de câncer.