Uma única proteína pode curar todo o tipo de cancros

2 Jul    Uncategorized via102
Jul 2

Uma única proteína pode curar todo o tipo de cancros

A ciência avança a passos largos e na maioria das vezes, em benefício dos seres humanos. Desta vez, ele foi levado a cabo um estudo com o que podem curar qualquer tipo de câncer com uma única proteína.

Sem dúvida, uma das melhores notícias que nos poderiam ter dado. Esta descoberta o tem feito alguns cientistas de Londres que trabalham no Imperial College e se baseia em uma única proteína.

Segundo o estudo, que você pode encontrar na revista Science, a proteína em questão funciona sobrecarregando o sistema imunitário. Isso faz com que se possa lidar com os cancros, pois ao detectar as células cancerosas há que se gerem no corpo mais linfócitos T que combatem este tipo de células malignas.

A proteína é conhecida como LEM e seu nome faz alusão à expansão de linfócitos, que se dá quando atua. Segundo os pesquisadores, agora só precisam de poder desenvolver uma terapia genética para poder produzir esta proteína. Estima-Se que cerca de 2 anos podem realizar testes com seres humanos.

E a LEM não só atua favorecendo a produção de células T, mas que evita que se faça novamente a doença porque se geram células de memória imunológica assim que se voltam a aparecer células cancerosas rapidamente se põem em marcha os linfócitos T e não deixam você evoluir.

O objetivo agora é conseguir combinar a terapia da proteína com terapias que já existem porque as células cancerosas, por exemplo, têm a capacidade de modificar as células T para que não as ataque e há no mercado tratamentos para que isso não ocorra. Assim, seria questão de combinar o tratamento de proteína LEM com o que consegue que as células malignas não alterem os linfócitos T.

Como descobriram?

De forma totalmente casual, como no caso da penicilina. Os cientistas o que realmente faziam eram ver como afetam algumas mutações genéticas para os ratos. Então se deram conta de que havia ratos que eram muito mais fortes contra as infecções e os tumores e foi quando descobriram que esses ratos tinham a proteína LEM e este aumento de linfócitos T.

Mesmo se estudará o seu uso em outras doenças, como a arteriosclerose ou a artrite reumatóide. Mas, de momento, tudo são ilusões. Falta muito caminho a percorrer e, em princípio, só se fizeram estudos em ratos e em um único tipo de câncer. Ainda assim, não deixa de ser uma notícia que nos enche de esperança e que parece ser um grande avanço diante de uma das doenças que mais mortes causas por ano a nível mundial.