Câncer: a aspirina reduz o risco de doença;

2 Jul    Uncategorized via102
Jul 2

Câncer: a aspirina reduz o risco de doença;

As pessoas com excesso de peso tendem a ter a síndrome de Lynch sendo mais propensos a sofrer de cancro, a aspirina inibe esse risco

Ao longo da história, temos visto o efeito protetor da aspirina contra vários tipos de tumores. Em um novo achado, publicado na revista Journal of Clinical Oncology, verificou-se que uma dose regular de aspirina reduz significativamente o risco a longo prazo de câncer em pessoas com excesso de peso.

Isso se dava em pessoas que tinham Síndrome de Lynch, uma condição que afeta um conjunto de genes responsáveis pela detecção e reparação de erros no processo de cópia de DNA, como um corretor ortográfico com defeito em um computador. Esta doença aumenta o risco de desenvolver uma variedade de cânceres, principalmente o de cólon e o útero.
“O excesso de peso aumenta o risco de câncer de mama, cólon e câncer de próstata”, diz o site da Sociedade Americana de Oncologia Clínica. O estudo revela que o excesso de peso é um problema ainda mais sério em casos de síndrome de Lynch, mas que as pessoas com excesso de peso com síndrome de Lynch, que tinham sido tratadas com aspirina durante uma média de dois anos eram menos propensos a ter câncer em um tempo de cinco anos.

Em outras palavras, a obesidade aumenta o risco de síndrome de Lynch e a aspirina reduz a esses casos. É assintomático, mas o excesso de peso aumenta significativamente o risco de câncer. Até agora tem havido mais de 100 documentos que mostram que a aspirina diminui todos os tumores sólidos.

No referido estudo foi feito um seguimento de 5 anos para os pacientes, e por isso os resultados concluem que a redução de sofrer câncer se dá em pelo menos estes 5 anos. A redução de ter um tumor, quando comparada com as pessoas que não tomavam aspirina era de 50%.

Depois de ter recolhido dados como a altura e o peso dos participantes no início do estudo, foram avaliados o índice de massa corporal e viu que era muito importante para o risco de câncer. O estudo, essa redução do risco de câncer foi mais do dobro dos que tinham excesso de peso ou obesidade, em comparação com as de peso normal. A aspirina anula o risco “extra” que se dá em pessoas obesas e passam a ter o mesmo risco que as pessoas de peso normal.

Esses sim, a dose utilizada foi de 600mg e agora eles querem ver se podem ter resultados positivos, reduzindo a dose para 300 ou 100 mg